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Mídia da Merck para Imprensa

O Reino Unido (UK) anunciou quarta-feira que tem acordos com a Pfizer e a Merck para o medicamento antiviral COVID-19 de cada empresa, conforme relatado pela Reuters.

Se a aprovação for concedida a essas pílulas, elas poderão ser usadas para tratar pacientes até o final deste ano, informou a Reuters.

De acordo com a Reuters, o Reino Unido disse que tem 480.000 cursos garantidos para o medicamento da Merck chamado molnupiravir.

O molnupiravir – desenvolvido em conjunto com a Merck com Ridgeback – demonstrou em testes reduzir o risco de hospitalização em adultos infectados com COVID-19 em 50% quando administrado como tratamento de cinco dias.

O medicamento destina-se ao tratamento de pacientes com COVID-19 leve a moderado para evitar resultados graves.

A Merck entrou com pedido de autorização de uso emergencial (EUA) do molnupiravir da Food and Drug Administration (FDA) no início deste mês, e o FDA tem uma reunião agendada no final de novembro para discutir a concessão do molnupiravir EUA.

A Pfizer também tem uma pílula antiviral em andamento. A empresa iniciou seus testes de estágio intermediário a final no final de setembro.

Seu contendor de droga oral PF-07321332 foi considerado “seguro e bem tolerado” pela Pfizer durante seus estudos. A próxima fase de seus testes incluirá até 2.660 adultos saudáveis ​​que vivem na mesma casa que uma pessoa com infecção confirmada e sintomática por COVID-19.

O Reino Unido garantiu 250.000 cursos do medicamento da Pfizer, segundo a Reuters.

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